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Um passeio pelo Centro do Rio de Janeiro

Nem só de praia vive o turista que visita o Rio de Janeiro. Quem vem à cidade deve incluir na programação um passeio a pé pelo Centro, que tem prédios históricos e igrejas que remontam à época do Império. Afinal, a cidade foi a capital da Corte portuguesa, lembram? Além disso, é no Centro que estão vários museus cariocas, que merecem uma visita.

Eu vou dar uma sugestão de roteiro que passa pelos meus locais preferidos do Centro, mas saibam que a ordem das atrações não impacta a visita. Ou seja, tanto faz a ordem dos lugares, cada uma tem um beleza própria.

Ah, um aviso: se forem fazer esse roteiro em um dia de semana, façam apenas nos horários comerciais, quando o Centro está movimentando. Vocês terão que andar por umas calçadas meio cheias, mas não é nada demais. Aos finais de semana a região (onde quase não há residências, mas sim milhares de escritórios) fica bem vazia. Dá para andar num sábado ou domingo de manhã, mas tem que ficar mais esperto, pois praticamente só turistas (e pessoas que querem se aproveitar de turistas) andam no Centro nos finais de semana. E nos finais de semana 99,99% dos restaurantes da região não abrem para almoço.

A melhor maneira de chegar ao Centro é de metrô. A região tem várias estações próximas uma da outra: Uruguaiana, Carioca e Cinelândia.




Visualizar Roteiro turístico no Centro do Rio em um mapa maior


O nosso roteiro pode começar pelo Mosteiro de São Bento, que está num ponto extremo do Centro do Rio, quase na Praça Mauá. Para chegar lá, sugiro que você pegue o metrô, salte na estação Uruguaiana e tome um táxi até o mosteiro, para economizar as suas pernas para o que realmente importa. O mosteiro é belíssimo, com altares de madeira e ouro. É legal ir lá nos horários em que há missa com canto gregoriano (lá embaixo do post eu dou os horários).

De lá, pegue um táxi até a Igreja da Candelária, a mais bonita da cidade. O interior da igreja é cheio de peças em mármore, incluindo anjos gigantes que impressionam os visitantes. A cúpula foi trazida de Lisboa. A fachada também é bonita. Foi na porta desta igreja que foram mortos menores de rua por policiais, no episódio que ficou conhecido como "Chacina da Candelária". Mas a região parece estar mais segura atualmente.


Igreja da Candelária, no Centro do Rio. Foto: Gustavo Calil


Igreja da Candelária, no Centro do Rio. Foto: Gustavo Calil


Bem pertinho da Igreja da Candelária fica o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), um espaço onde sempre há exposições temporárias bacanas. Vale a pena entrar no prédio nem que seja só para admirar a sua cúpula ou tomar um café sentado na escadaria interna. O local também tem exposição permanente sobre a história das moedas e cédulas brasileiras, que é bem interessante. O restaurante do CCBB também serve algumas refeições e pode ser uma parada para almoço (já que a região tem poucos restaurantes abertos aos finais de semana). Ah, lá no CCBB tem teatro e videoteca, e sempre rolam umas apresentações interessantes.

Próximo ao CCBB está o Espaço Cultural da Marinha, onde você pode conhecer o interior de um submarino, embarcações usadas pela Corte Portuguesa e pegar um barco para conhecer a Ilha Fiscal. Já falei sobre essas atrações neste post aqui, mas acho que só o passeio nas atrações do Espaço Cultural da Marinha rendem um outro passeio. Por isso, vou continuar o nosso passeio pelo Centro, certo?

Após passar no CCBB, você pode seguir pela Rua Primeiro de Março e dar uma paradinha em duas das mais antigas igrejas do Rio: a Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmo e a Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé. O altar da primeira foi construído pelo Mestre Valentim, um dos principais artistas da época colonial.

Na Carmo da Antiga Sé é que Dom João VI foi sagrado rei de Portugal e que Dom Pedro I e Dom Pedro II foram sagrados imperadores do Brasil. Lá costuma ter espétaculos de som e luz contando a história da igreja.

Estas duas igrejas vivem passando por reformas, então saiba que há chances de encontrá-las fechadas ou com visitação limitada a certos horários.

Continue andando pela Rua Primeiro de Março (que vai se transformar na Avenida Presidente Antônio Carlos) e dê uma paradinha para ver a fachada do Paço Imperial, onde hoje funciona uma livraria, e o Palácio Tiradentes, hoje sede da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Entre na Rua da Assembleia e vá até o cruzamento com a Avenida Rio Branco (se estiver com fome, uma sugestão de lugar para almoçar ou comer um sanduba é o restaurante de saladas e comidinhas Delírio Tropical, que fica na Rua da Assembleia, 36 e abre de segunda a sexta). Ande pela Avenida Rio Branco até a esquina com a Rua Araújo Porto Alegre, onde fica o Museu Nacional de Belas-Artes. Vale a pena entrar no museu para ver quadros como Batalha do Avaí, de Pedro Américo, e Primeira Missa do Brasil e Batalha de Guararapes, de Victor Meirelles. O museu tem ainda quadros de Portinari e Iberê Camargo. Reserve uma hora para conhecer o local.

Em frente ao Museu Nacional de Belas-Artes fica outro prédio lindo do Rio, o Theatro Municipal, que foi restaurado em 2010. Eu visitei o teatro antes da restauração e já achei ele lindo. Imagina como deve estar hoje! Eu super recomendo fazer a visita guiada, ainda mais se você não planeja assistir um espetáculo à noite no teatro. O prédio é do início do século XX e tem mármores lindos, escadaria, vitrais, esculturas e lustres muito bonitos.


Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Calil

Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foto: Gustavo Calil


O Theatro Municipal fica na praça conhecida como Cinelândia e ao lado dele está o prédio que abriga a Câmara de Vereadores do Rio e o Cine Odeon, um cinema antigo onde acontecem estreias de gala de filmes. Na Cinelândia também fica um bar tradicional do Rio, o Amarelinho, famoso pelo chope. É um lugar bem simples, estilo botecão.Mas alerto: a Vigilância Sanitária já achou vários problemas no armazenamento de comida ali, então eu já não recomendo mais comer no local.

Depois de ver o Theatro, você vai andar pela Rua Treze de Maio até chegar no Largo da Carioca, uma via apenas para pedestres, para ver a Igreja de São Francisco da Penitência. Eu não vou lá há mais de dez anos, porque ela ficou por muito tempo em reforma. A igreja tem vários detalhes barrocos, com altares em ouro cheios de detalhes e teto cheio de anjos que parecem estar descendo em direção às cadeiras.

Após tanta caminhada, hora de descansar e repor as energias comendo uma guloseima e tomando um café na mega tradicional Confeitaria Colombo, na Rua Gonçalves Dias. O prédio lembra os cafés parisienses e tem salões com espelhos belgas, lustres tchecos e louças antigas. O lugar é tão lindo que muita gente faz a festa de casamento lá, sabiam?



Mosteiro de São Bento
Horário de funcionamento: Abre diariamente, das 7h às 18h. Missa com canto gregoriano: Em dias de semana, às 7h30. Aos domingos, às 10h.
Endereço: Rua Dom Gerardo, 68, Centro, Rio de Janeiro (estação do metrô mais próxima: Uruguaiana).
Preço: Grátis.
Telefone: 21 - 2206-8100


Igreja da Candelária
Endereço: Praça Pio X, Centro do Rio (estação do metrô mais próxima: Uruguaiana).
Telefone: (21) 2233-2324
Horário de Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 7h30 às 15h50. Sábado, das 9h às 12h. Domingo, das 9h às 13h.
Preço: Grátis



Centro Cultural Banco do Brasil
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66, Centro (estação do metrô mais próxima: Uruguaiana).
Telefone: (21) 3808-2070 e 3808-2254.
Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 21h.
Preço: Grátis.


Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmo
Endereço: Rua Primeiro de Março, 14, Centro (estações do metrô próximas: Uruguaiana e Carioca), Rio de Janeiro.
Telefone: 21 -2242-4828.
Preço: Grátis.
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 8h às 16h e aos sábados das 8h às 11h.


Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé
Endereço: Rua Primeiro de Março, s/nº (esquina com a Rua Sete de Setembro, 12) – Centro, Rio de Janeiro (estações do metrô próximas: Uruguaiana e Carioca).
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 7h às 16h. Sábados e domingos, das 9h às 12h.
Preço: Grátis.
Espetáculo de Som e Luz: Acontece de terça-feira a quinta-feira, às 13h30 e 17h30, nos sábados e feriados , das 12h e 13h e aos domingos às 10h e 13h. Informações: (21) 2242.7766. Ingressos: R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia), vendidos 30 minutos antes de cada espetáculo.


Museu Nacional de Belas-Artes
Endereço: Avenida Rio Branco, 199, Centro (perto da estação do metrô da Cinelândia). Tel: (21)2219-8474
Horário de funcionamento: Abre de terça a sexta-feira das 10 às 18 horas. Sábados, domingos e feriados das 12 às 17 horas.

Theatro Municipal do Rio
Endereço: Praça Floriano, sem número, Centro do Rio (em frente à estação do metrô Cinelândia). Telefones para informações e reservas de visitas: 21- 2332-9220 / 2332-9005
Visitas guiadas de terça a sexta-feira, às 11h,12h, 14h, 15h e 16h e nos sábados e feriados, às 11h, 12h e 13h. Não tem visitas guiadas aos domingos e segundas.
Preço da visita guiada: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada)
Obs.: Lotação por visita: 50 pessoas

Igreja de São Francisco da Penitência
Endereço: A entrada é meio escondida, num pátio do Largo da Carioca, no Centro do Rio. Siga por esse pátio até o elevador, que também leva a outra igreja, a de Santo Antônio (em reforma). É bem perto da estação do metrô da Carioca.
Telefone: 21-2262-0197
Preço: R$ 2
Horário de funcionamento: Abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h.

Confeitaria Colombo
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 32, Centro do Rio. Telefone: 21 2505-1500
Horário de funcionamento: Abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h e nos sábados e feriados das 9hs às 17h . Não abre aos domingos.

Olinda - Brasil


Olinda - Brasil


Contexto
Cheia de ladeiras de paralelepípedo, casinhas coloniais e igrejas históricas, Olinda fica a 7 km de Recife, Olinda é uma cidade costeira, banhada pelo Atlântico, cheia de ladeiras de paralelepípedo, casinhas coloniais do século 17 e igrejas históricas. Fundada por portugueses, foi precursora no desenvolvimento cultural, especialmente em áreas como literatura, artes plásticas e teatro. Foi declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1982, e Capital Brasileira da Cultura, em 2006.
Na Cidade Alta se concentram as construções históricas, cheias de detalhes arquitetônicos. Na ladeira da Misericórdia, rumo ao Alto da Sé, ficam as barracas das tapioqueiras, que chegam ao entardecer e de onde se pode ter uma visão panorâmica da cidade. Vale conhecer a Catedral da Sé, de 1537, o Mosteiro de São Bento, do século 16, e a Igreja do Rosário dos Homens Pretos, erguida na segunda metade do século 17.
Na época do carnaval, Olinda parece outra cidade. Suas ladeiras ficam lotadas de turistas e também dos característicos bonecos gigantes, acompanhados pela multidão que canta e dança frevo e maracatu sem parar. Outras peculiaridades da cultura regional são o bumba-meu-boi, os caboclinhos, a ciranda, o coco-de-roda e os famosos bonecos conhecidos como mamulengos.
O centro de artesanato é formado por pequenas lojas e barracas que vendem de tudo, de roupas a uma infinidade de lembrancinhas da região.









Festivais
Guias Time Out: Sua melhor companhia de viagem para destinos internacionais e nacionais

O carnaval é a consagração de Olinda. Durante a festa, as estreitas subidas de paralelepípedos são tomadas por um mar de foliões, blocos, maracatus e troças ao lado dos bonecos gigantes – todos chacoalhando juntos ao som carnavalesco. São, ao todo, cerca de 600 mil foliões pelas ruelas da cidade. Quem não gosta de multidão, no “passódromo” há camarotes, arquibancadas e palco – festa mais tranqüila e organizada. No fim de tudo, na quarta-feira de cinzas, o tradicional munguzá (prato à base de milho com leite condensado e leite de coco) da dona Zuzu é servido no Alto da Sé. Daí, só no próximo ano.





Onde comer
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Localizada numa varanda com vista para Olinda e Recife, a badalada Oficina do Sabor tem cozinha pernambucana tradicional. Os principais são pratos com lagosta, camarão, charque e lingüiça, feitos com jerimum (abóbora). Outras delícias, como o polvo ao molho picante e o gratinado de macaxeira, também merecem atenção. Oficina do Sabor. tel. 81 - 3429-3331; rua do Amparo, 335. www.oficinadosabor.com O Marim, na rua do Amparo, é especializado em frutos do mar. O Camarão Olindense (preparado dentro do coco, para duas pessoas) e o Peixe na Bananeira (com recheio de caranguejo, acompanhado de arroz ao molho de manga) são alguns dos pratos mais requisitados do restaurante. Restaurante Marim. tel. 81 – 3429-8762, rua do Amparo, 157. O Kwuétu tem comida internacional sofisticada. Um de seus destaques é o Filé ao Poivre - flambado no conhaque e servido com mostarda e creme de leite. Kwétu. tel. 81 – 3439-8867, av. Manoel Borba, 338.





Compras
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Quem procura arte e artesanato em Olinda tem de ir para a região de Amparo. Lá, ateliês e casas de artistas, cheios de peças sobre os mais variados temas da vida e folclore olindenses, convidam à entrada dos visitantes. Outros bons endereços para garimpar peças locais são os mercados da Avenida Joaquim Nabuco (quase com a Rua 15 de Novembro) e o da Ribeira, na Rua Bernardo V. Melo.





Divirta-se
Além de carnaval, Olinda tem muita fé: são, ao todo 22 igrejas e 11 capelas espalhadas pela cidade. Uma das mais importantes é a Igreja da Sé, construída só 37 anos após o descobrimento do Brasil. O lugar hoje abriga um acervo de arte sacra, além do túmulo de dom Hélder Câmara (1909-1999), antigo arcebispo do Recife e Olinda. A Igreja do Rosário dos Homens Pretos - construída no século 17 e primeira a ter irmandade formada por negros - é outro ponto incontornável do roteiro sacro de Olinda. Não perca também o Mosteiro de São Bento, segundo mosteiro construído no país (século 16) e parcialmente destruído sob o governo de Mauricio de Nassau, durante a ocupação holandesa. Alguns museus de Olinda podem ajudar a compor o roteiro da viagem. Situado num antigo prédio que abrigava o Senado da cidade, o Museu de Arte Sacra (MASP) tem em seu acervo arte religiosa desde o século XVII até os dias atuais. Outra opção é o Museu de Arte Contemporânea (MAC). Ex-cárcere da Diocese, hoje o lugar abriga grandes coleções, como a do jornalista, empresário e político Assis Chateaubriand.
Museu de Arte Sacra. tel. 81 – 3429-0032, rua Bispo Coutinho, 726. Aberto de segunda a sexta das 9h às 12h45.
Museu de Arte Contemporânea (MAC). tel. 81 – 3429-2587, rua 13 de Maio, 157. Aberto de terça a sexta das 9h às 17h, aos finais de semana das 14h às 17h (sujeito a alteração).

Lazer - Maceió

Maceió é uma cidade que está sempre alegre e onde nunca se fica sem o que fazer, você se diverte, come bem e descansa quando assim preferir. Seria impossível relacionar todas as opções de lazer disponíveis em Maceió, onde a natureza e o bom tempo são consideradas os maiores atrativos turísticos da cidade, mas destacaremos as mais procuradas por nossos visitantes. 

Podemos destacar algumas relacionadas com nossa fantástica natureza: 
- Inúmeras praias para a pratica do surf.
- Lugares para modalidades de pesca no mar ou nos rios e lagoas.
Mergulho, tanto de snorker ou autônomo.
- Vela e motor.
- Passeios fantásticos a cavalo.
- Caminhadas com visuais incríveis.
- Simplesmente apreciar a paisagem numa rede ou na sombra de um coqueiro. 

Também a cidade dispõe de vários centros comercias, com cinemas e todo tipo de comércio, para compras. A noite é muito movimentada em Maceio, com o bairro do Jaraguá cheio de bares, restaurantes e casa de espetaculos, quase sempre com musica ao vivo, onde se reune toda ajuventude da cidade. A orla tambem está super bem servida de bares e restaurantes com musica, e a belisima vista deste litoral. 

Lazer
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Destinos no Brasil para se viajar com crianças



No nosso país o que não falta é diversão. E para passar mais tempo com a família, nada melhor do que viajar e fazer das férias grandes momentos inesquecíveis, principalmente, para os seus filhos. Então, se você procura por locais e cidades para poder passar o melhor e mais divertido dia com a família, e principalmente com as crianças, você poderá ver melhor as dicas que vamos citar aqui para você. As crianças adoram parques, animais, porque isso é diferente para elas, e faz com que elas se descontraiam mais. Confira então todas estas opções.
Fortaleza
Em Fortaleza tem várias opções para passar com as crianças e elas amam os locais onde podem fazer muita bagunça, além é claro, de também amarem nadar no mar. Mas uma ótima indicação para as crianças e toda a família é o Beach Park, que fica localizado no Porto das Dunas. O Beach Park possui uma ótima infra-estrutura, e é claro, brinquedos como piscina com ondas, toboáguas, e outros mais 17 brinquedos, tudo para garantir a alegria dos seus filhos nas férias. A recomendação, principalmente para quem tem criança pequena, é não desgrudar o olho em nenhum momento dos pequenos. Muitas vezes, as crianças não têm noção do perigo, por isso, todo cuidado à beira das piscinas é pouco!
Se hospede em algum dos hoteis em Fortaleza, para conhecer melhor este e outros pontos que a capital oferece.
Florianópolis
Em Floripa, existem muitos lugares para passear com a família e se divertir com as crianças. Tem lugares que somente interessam os adultos, pois as crianças inicialmente não querem aprender sobre patrimônios históricos e locais culturais, mas querem simplesmente se divertir. Então, uma ótima opção quando estiver na capital catarinense é visitar o maior parque temático do Brasil, o Beto Carrero World. É a maior diversão para a criançada. O Maior parque temático da América Latina oferece brinquedos, shows, zoológico, entre várias outras atrações. O Parque não está longe de Floripa e é totalmente viável passar o dia no parque, e depois, voltar para ohotel Florianópolis e descasar, pois com certeza muitos passeios podem ser feitos na cidade.
Rio de Janeiro
Quando for visitar o Rio, conheça todos os pontos turísticos que a capital fluminense oferece. Passe pelo Cristo redentor, Corcovado, Bondinho Pão de Açúcar e as praias. Mas não deixe de levar as crianças no Jardim Zoológico, o mais antigo do Brasil. O parque oferece mais de dois mil animais, de 350 espécies diferentes. Além disso, possui serviços de alimentação, playground e um aquário. Se hospede em algum hotel Rio de Janeiro, e conheça mais da “cidade maravilhosa”.
Passar as férias ao lado dos filhos é uma sensação maravilhosa. Poder proporcionar para eles, aquilo que você nunca pode ter, é uma satisfação pessoal indescritível. Mas para essa viajem ser um sucesso do começo ao fim, não deixe nada para a última hora. Reserve suas passagens e hotéis com antecedência nessas cidades e garanta ótimos preços e condições. O site daFalaturista oferece uma infinidade de hotéis nessas cidades. Vale a pena conferir. 

Lençóis Maranhenses: delírio de viagem

Melhor época para conhecer o Parque Nacional de Lençóis é quando as lagoas cheias surgem como oásis por entre as dunas

As dunas a perder de vista, de areia muito fofa e branca, dão a impressão de que um deserto se incrustou ali, no interior do Maranhão. Lagoas de águas azuis surgem como delírios, até que se molhem os pés nelas e perceba que, de fato, estão ali. Não é miragem. Bem-vindo aos Lençóis Maranhenses.
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Desde quando existem não se sabe, mas as dunas tornaram-se nacionalmente conhecidas após 1981, com a criação do Parque Nacional dos Lençóis. Para os nativos, até então, elas eram somente as “morrarias”.
Com uma área de 155 mil hectares – sendo que cada hectare equivale a aproximadamente um campo de futebol – o parque abrange parte dos municípios de Santo Amaro, Primeira Cruz e Barreirinhas. O turismo ali, como explica o presidente da associação dos guias locais, Jony Gomes Silva, começou por volta do ano de 2000.
Apesar de receberem milhares de turistas anualmente, os Lençóis Maranhenses não se assemelham a outros destinos turísticos badalados do Nordeste. Não há quiosques, vendedores, barracas ou cadeiras de praia, sequer banheiros. A natureza é mãe e age como quer, sem empecilhos e sem críticas. O vento molda as dunas e a vegetação de restinga trata de contê-las para que não avancem demais sobre a área urbana.
Exatamente por não oferecerem estrutura ao turista, explorar os Lençóis não é tarefa para qualquer um. É preciso disposição, fôlego e, acima de tudo, vontade de se deixar surpreender.

O trajeto
Barreirinhas, que concentra a maior parte do Parque Nacional dos Lençóis, fica a 452 km da capital maranhense, São Luís. As mais de 4h de travessia entre os dois municípios são feitas principalmente pela rodovia estadual MA 402, que possui asfalto em ótimas condições. A estrada, porém, é cheia em curvas, o que pode fazer a viagem daqueles com estômagos mais sensíveis parecer mais longa.
Uma das opções de parada no caminho é a lanchonete Quebra Molas, onde o buffet de café da manhã (com pães, bolos simples e frutas) sai por R$ 8.
Já na cidade, é preciso percorrer outros 17 km para se chegar à entrada das dunas. O percurso, aparentemente curto, é feito em cerca de uma hora devido às condições da trilha de areia, onde só veículos 4×4 conseguem passar. Os carros chacoalham muito e exigem cuidado com as crianças, a cabeça e os pertences para que nada chegue quebrado ou machucado ao fim do passeio.

As dunas
Após a viagem, para se chegar às dunas propriamente é preciso ainda escalar um íngreme paredão de 35 metros. Os pés afundam na areia fofa, e o corpo parece ter o dobro do peso. No chão há uma corda para ajudar na tarefa. Ainda assim, é inevitável chegar ao topo esbaforido.
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No entanto, o cansaço vai embora rapidamente para dar lugar ao êxtase. A paisagem é deslumbrante. Dunas são entrecortadas por lagoas límpidas, fazendo jus ao nome de Lençóis.
Não há tempo ruim para visitá-las, mas se a ideia é entrar de cabeça e mergulhar neste paraíso o melhor período é de maio a setembro, quando as lagoas estão cheias. De outubro a dezembro, com a escassez de chuvas, grande parte delas chega a secar completamente. Uma das únicas exceções é a Lagoa Azul, que na cheia chega a 2,30 m de profundidade e, na seca, costuma dar pé para um adulto de estatura mediana.
O turista que quiser conhecer Lençóis no inverno deve estar preparado para ser surpreendido por pancadas chuvas a qualquer hora do diamaio. Outra boa dica é a Lagoa do Peixe, que não poderia ter nome mais óbvio. Nela, o turista tem a oportunidade de nadar ao lado de milhares de peixinhos. Já se o objetivo é molhar os pés e se deliciar com o cenário, a Lagoa Bonita cumpre bem a função.
Ficar estressado durante o passeio é um desafio. O silêncio predomina na imensidão. Ele só é quebrado, vez por outra, pelo som dos helicópteros levando turistas para apreciar do alto a beleza. O voo panorâmico custa cerca de R$ 180 por pessoa.
Na volta das dunas, deixe a fome falar mais alto e pare no Restaurante da Luzia, no povoado com o sugestivo nome de Mata a Fome, formado por cerca de 12 casas. O local simples, de telhado de palha e com bancos de madeira sem encosto para o cliente se sentar, serve deliciosos pratos com camarão preparados por Luzia e sua pequena equipe. A dica é experimentar a tortilha de camarão (R$ 20, com arroz, feijão e salada) ou o camarão sem casca grelhado (R$ 25 com arroz, feijão, farofa e salada)

Amazônia pela primeira vez

Profissionais de turismo e viajantes respondem às dúvidas mais comuns de quem quer se aventurar (sem perrengues) pela floresta

Em canoas, os turistas realizam passeios pelos igarapés e pesca de piranhas - Foto: Getty Images
Em canoas, os turistas realizam passeios pelos igarapés e pesca de piranhas – Foto: Getty Images

Eleita uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, a Floresta Amazônica foi por muito tempo um destino para gringo. Com exceção de alguns poucos aventureiros, os turistas brasileiros nem cogitavam a ideia de passar alguns dias em meio à mata. A falta de estrutura dos hotéis e dos meios de transporte somada as passagens aéreas a preços exorbitantes espantavam os viajantes.
Conhecer a Amazônia ainda está bem longe de ser um destino barato. No entanto, o visitante encontra hoje opções de hospedagens de todos os tipos e de todos os preços nos arredores deManaus, porta de entrada de quem quer se embrenhar na selva. Há, inclusive, alternativas rústico-chiques, com infraestrutura confortável, com TV, ar-condicionado e água quente.
Mas e os insetos? O que tem para fazer por lá? Qual a melhor época para ir? É seguro? Uma série de questões passa na cabeça de quem viaja pela primeira vez à Amazônia. Para ajudá-lo a organizar a sua viagem, perguntamos a viajantes e profissionais de turismo algumas das dúvidas mais comuns de quem planeja este tipo de viagem. 
Os cruzeiros pelos afluentes do rio Amazonas permitem aos turistas conhecer diferentes paisagens da Amazônia - Foto: Anderson Dezan
Os cruzeiros pelos afluentes do rio Amazonas permitem aos turistas conhecer diferentes paisagens da Amazônia – Foto: Anderson Dezan
- Fico em hotel de selva ou em um cruzeiro?
Tanto os hotéis de selva, quanto os cruzeiros de barco, são boas opções para quem quer conhecer a Amazônia com conforto e sem grandes emoções. Ambos oferecem quase que os mesmos passeios inclusos no pacote. Por isso, na hora de escolher entre um e outro, é preciso levar em consideração o tipo de experiência que quer ter.
“Em um hotel de selva, você está em contato com a natureza o tempo todo, também interage mais com a comunidade local e conhece melhor a região em que está hospedado ”, diz Glen Gamper, Gerente de Operações da Ambiental Turismo, agência especializada em destinos de natureza. “Por outro lado, no navio, você tem a vantagem de percorrer uma distância muito maior e dormir em lugares diferentes. A paisagem muda sempre e a experiência de navegar nos rios é única ”, explica.
- Tá, mas o que eu faço na Floresta Amazônica?
Os hotéis de selva e cruzeiros têm uma programação de atividades diária. Os principais meios de hospedagem no Amazonas costumam incluir focagem (passeio de observação) de jacaré, caminhada pela mata, visita a uma comunidade indígena, pesca de piranha, ida ao encontro das águas e passeio para ver o boto cor-de-rosa. “À noite, quando não tem passeio noturno, a gente fica um pouco sem ter o que fazer, mas estamos tão cansados das excursões e de acordar cedinho que dormimos cedo também”, diz a advogada Daniela Oliveira, de 28 anos, que passou o carnaval do ano passado no hotel de selva Amazon Ecopark.
Entrada do hotel de selva Amazon Ecopark
Entrada do hotel de selva Amazon Ecopark
- Serei devorado pelos mosquitos?
Com mata por todos os lados, longe da civilização, ser atacado por pernilongos e borrachudos é um fato, certo? Não exatamente. O rio Negro, onde estão localizados a maior parte dos hotéis de selva, tem um elevado grau de acidez e, por conta disto, os insetos não se proliferam.
“Em Ilhabela (litoral norte de São Paulo), por exemplo, tem muito mais insetos do que nesta região da Amazônia. Os hotéis e navios também contam com mosquiteiro na janela. É só passar repelente”, diz Barbara Farga, Gerente de Produtos da agência de viagens Auroraeco. Nas incursões na selva, há uma quantidade maior de insetos. Para se livrar das picadas, Barbara recomenda, além do repelente, usar calça comprida e camiseta de manga longa.

 

- Qual a melhor época para ir?
A região Norte é dividida em duas estações. Na época (mais) chuvosa, que vai de dezembro até maio, os barcos podem percorrer percursos maiores, os deslocamentos são mais fáceis e dá para fazer passeios de canoa pelos igapós (floresta inundada). No entanto, o período da seca, de julho a novembro, é ideal para aproveitar as praias fluviais, que somem quando o rio está cheio. “Como faz calor e chove o ano todo, é difícil falar qual a melhor época para ir. Dá para aproveitar todos os meses”, diz Ricardo Pedroso, da agência de viagens Amazonas by Vivaverde.
O Amazonas não é uma vitrine de animais, mas hotéis e cruzeiros costumam realizar passeios para ver os botos - Foto: Getty Images
O Amazonas não é uma vitrine de animais, mas hotéis e cruzeiros costumam realizar passeios para ver os botos – Foto: Getty Images
- Quanto tempo ficar?
Quatro ou cinco dias em um hotel de selva ou em um cruzeiro é tempo suficiente para aproveitar o local sem que os passeios se tornem repetitivos, de acordo com os viajantes e agentes de viagens. “Eu fiquei cinco dias e achei que foi suficiente. Menos, acho que perderia muita coisa legal. Nem tive tempo de fazer todos os passeios que queria, como o Encontro das Águas (a confluência entre o Rio Negro e o Rio Solimões)”, diz o médico Walter Aranda, que aproveitou as férias no Anavilhanas Jungle Lodge, em dezembro do ano passado.

- O que não posso deixar de levar?
Na mala, coloque roupas leves e confortáveis, chapéu, trajes de banho, repelente e a farmacinha com os medicamentos habituais. Para os passeios na mata, traga calças compridas leves, evitando o jeans. Como chove bastante, é bom levar uma capa de chuva e um tênis confortável. Levar dinheiro também é importante, como lembra o médico Walter Aranda. “No passeio à comunidade indígena, tem produtos artesanais para comprar e você vai precisa de dinheiro. Além disso, o hotel em que me hospedei não aceitava cartão. Precisei voltar para Manaus para sacar”, relembra.

- Verei bichos por todos os lados?
Apesar de ter a maior biodiversidade do planeta, observar animais na Amazônia não é tão fácil quanto em outras regiões, como no Pantanal. “Muitos turistas acreditam que irão ver todos aqueles bichos mostrados nos documentários e acabam se decepcionando”, diz Ricardo Pedroso, proprietário da Amazonas by Vivererde, agência de viagens locada em Manaus. Segundo o profissional, durante as incursões na floresta, dá para avistar pássaros, alguns macacos, jacarés, botos e uma ou outra preguiça. Mas mamíferos terrestres, como anta, paca e onça, dificilmente são observados.

- Preciso tomar vacina? Quais os cuidados com a saúde?
A vacina contra a febre amarela é recomendada para toda a região Norte do País, mas não é obrigatória. Vale também atualizar a vacina contra o tétano. Além disso, não deixe de preparar afarmacinha de viagem, com os medicamentos que costuma tomar. No meio da selva, é bom não contar com os remédios disponíveis.
Leia também: Guia de vacina para quem viaja
- Em qual hotel de selva ficar?
Para quem não abre mão de conforto, há hotéis de selva com boa infraestrutura, com ar-condicionado e água quente. Todos eles incluem no pacote as atividades diárias, traslado e todas as refeições. OAnavilhanas Jungle Lodge, a três horas de carro de Manaus, fica próximo ao arquipélago fluvial de Anavilhanas e faz parte da associação Roteiros de Charme. O pacote de duas noites sai por R$ 1.420 por pessoa. Já o Amazon Ecopark Lodge fica a 30 minutos de barco de Manaus. Com bangalôs confortáveis, tem uma praia privativa nos meses de seca e piscina natural. Duas noites sai por R$ 1.030 por pessoa. O mais pitoresco dos hotéis de selva da Amazônia, o Ariaú Amazon Towers, a 1h30 de barco de Manaus, fica sobre palafitas, na altura da copa das árvores e tem quartos mais rústicos. À beira do Rio Negro, o Tiwa Amazonas Eco Resort fica pertinho de Manaus, a apenas 15 minutos de lancha. Conta com 25 bangalôs, internet Wi-Fi e piscina com bar. O pacote de duas noites sai por R$ 800 por pessoa.
A Amazônia tem um belo pôr-do-sol
A Amazônia tem um belo pôr-do-sol

- Quais barcos fazem cruzeiros pela Amazônia?
Há diferentes embarcações que realizam roteiros de 3 a 7 noites, pelo Rio Negro e pelo Solimões. A mais famosa é o Iberostar Grand Amazon. O navio com capacidade para 150 passageiros tem as facilidades de um cruzeiro tradicional e opera no sistema all-inclusive. Tem duas saídas semanais, às segundas e às sexta. O preço do roteiro de três noites sai a partir de R$ 1.959 por pessoa e o de quatro noites, R$ 2.572 por pessoa. Para quem busca uma experiência mais tradicional e com menos pessoas, a Amazon Clipper Cruises tem barco regional com capacidade para 16 pessoas, de madeira, com cabines com beliches. O preço do roteiro sai por R$ 1.200 por pessoa o passeio de três noites e R$ 2.400 aos sábados.